"aquele que olha para dentro de si mesmo e percebe só descontentamento, fragilidade, escuridão e medo, não precisa contorcer-se em incertezas.
Que olhe mais profunda e demoradamente, até que se torne consciente dos brandos sinais e indicações que, como um sopro, aparecem quando o coração está quieto.
Que esteja bem atenteo a eles, pois podem dar Vida e fazer crescer às alturas pensamentos que cruzarão as fronteiras da sua mente como anjos viandantes, percursores de uma voz que virá mais tarde: a voz de um Ser oculto, recôndito e misterioso, que habita o seu Centro, que é o seu próprio e mais antigo Eu"
(Boletim de Sinais)
Assim, sem aviso, a Rosa disse (e eu reconheci):
gosto muito muito de gostar
só isso
é o melhor que há!
e ter consciência, deixar-nos gostar e sentir o gosto do gostar é mesmo inebriante
alucinógéneo
é nessa que ando
a gozar o gosto de gostar
...
o motivo sou eu
eu e só eu
eu tal qual sou e sinto
eu a deixar-me sentir o que sinto sem me censurar ou julgar ou observar
só mesmo eu, apaziguada comigo própria
eu a ser simplesmemte
eu a gostar de mim
...
não sei donde mne veio esta onda
mas tenho orgulho nela
e só pode ter vindo de mim, de dentro de mim
...
portanto é um crescendo de bem estar
que se auto-sustenta
(Obrigada Rosa)
A Susana, a minha Susana, a Suzy, aquela, a menina-dos-olhos-de-gata, essa que eu já conheça há... deixa ver... muitos anos... e de quem sou fã, tem um fotolog. Está aqui e é para ir acompanhando.
Já sei que é normal, que é mesmo assim mas também ainda não aprendi a fazer despedidas.
Eu sei que a minha vida não vai mudar. Que eu não vou ser uma pessoa diferente. Nem sequer mais autentica (o que quer que isto seja).
Eu sei que vivo em muitas ficções. Em muitas verdades.
E isso permite-me saber, como uma evidência, que aquilo que sou resulta daquilo que nós somos, daquilo que vocês fizeram de mim.
E que com vocês eu tenho uma grande-narrativa.
Obrigada: Cátia, Marta, Vera, Helder, Joana, Pablo, Alda M, Alda L, Inês, Catarina, Silvia, Maria Pastora, Elsa, Alexandre, Andreia, Susana, Ana Filipa, Margarida, Natacha, Catarina P., Ana, Ana Mósca, Cristina, Mónica, Catarina V., Hugo M., Hugo S., Catarina G., Irene, Ana L., Susana P.
E mais longe, obrigada: Helena, Angela, João P., Natália, Pedro, Fernando, Abílio, Ana, Justino, Jorge.
(e é claro: valeu orlando! nunca mais te esquecerei)
com a ética do prazer e a estética da existência...
sentindo-me completamente vigiada (piscar de olhos ao pablo)
Novos links para ir acompanhando com atenção:
um livro "work in progress" de um peregrino (gandas malucos!)
e
o diário de uma menina muito muito especial (não é irmão babado?).
VITRIOL
Visitando o interior da terra e rectificando iniciarás a obra lunar.
É muito bom ler coisas como esta.
Desculpa lá a invasão de privacidade:))
mas as coisas boas devem ser partilhadas!
É linda!
É uma medusa!
É da Rosa Pomar!
É minha!
E foi uma aventura cheia de cumplices.
Obrigada H, H, J e P, C, S, M e I.
dia de reflexão.
obrigada pelas questões e por me levares contigo.
afinal Portugal ganhou à Grécia...
Finalmente está pago!
Isto é mais do que eu ganho num mês...
Eu estou a falar de currículo mas não estou a falar de currículo.
Eu estou a falar.
"Ocorre que a verdade, exatraída da pesquisa
pós-crítica, não tem condições de funcionar nessa posição,
porque a linguagem da teorização - usada para pesquisar
a verdade linguajeira de um currículo - não pretende, nem
diz tudo. Por causa desta característica da linguagem pós-crítica,
a verdade que resulta da pesquisa é sempre um semi-dizer,
uma verdade que não pode ser dita toda.
Há um impossível de dizer, na linguagem com que se pesquisa,
que a pesquisa encarna.
(...)
[A pesquisa pós-crítica] Exige também que, para ser
pesquisador/a, cada um/a opere na penumbra do que
não sabe direito o que é: na penumbra da eficácia
simbólica da linguagem. Que percorra os rizomas
das significações culturais, que o/a fertilizam,
para praticar a pesquisa educacional de forma
poética. Pesquisar-poetar: viver, em uma palavra.
Arriscar, assumir o risco da morte, que é estar viva/o.
E, assim, realizar a sua sina e situação de estar no mundo,
viva/o sem considerar-se um produto acabado."
(Sandra Corazza: O que quer um currículo?
Pesquisas pós-críticas em educação)
[também em Hologramaticidades]
Olhares
Mãos
Ondas
Curvas
Braços
Sedução
Apromixação
Deslize
Sexo
Morte
Espera
Nascimento
Grito
Vida
Chuva
Água
Choro
Terra
Céu (estende os braços ao alto)
Fogo (incendia-te)
Hoje é o Dia Mundial da Dança!
(Olga, sempre muito Olga. Comemoremos então!)
Issues de uma boa vida...
amigos (diferentes, vários, sábios todos)
chá (muitos sabores, muitas ervas)
textos (bons, viagens de papel, inesperados)
paisagens (surpreendentes, muito sol)
gente (novos rostos, novas vidas, desconhecidos)
beleza (em vários formatos, em mãos, em olhos, em olhares)
e ainda,
comemorar o dia mundial da dança (em rodopio!)
ouvir Sarah Vaughan (viajar ao passado do blues, até cansar!)
afinal é tão fácil...

From The Cult
"I thought you'd be out of my mind
And I'd finally found a way to
Learn to live without you
I thought it was just a matter of time
Till I had a hundred reasons
Not to think about you
But it's just not so
And after all this time
I still can't let go
I've still got your face
Painted on my heart
Scrawled upon my soul
Etched upon my memory baby
I've got your kiss
Still burning on my lips
The touch of your fingertips
This love so deep inside of me
I was trying everything that I can
To get my heart to forget you
But it just can't seem to
I guess it's just no use
In every part of me
Is still a part of you
I've still got your face
Painted on my heart
Scrawled upon my soul
Etched upon my memory baby
I've got your kiss
Still burning on my lips
The touch of your fingertips
This love so deep inside of me
I've still got your face
Painted on my heart
Painted on my heart
Painted on my heart
Something in your eyes keeps haunting me
I'm trying to escape you
And I know there ain't no way to
To chase you from my mind
I've still got your face
Painted on my heart
Scrawled upon my soul
Etched upon my memory baby
I've got your kiss
Still burning on my lips
The touch of your fingertips
This love so deep inside of me
I've still got your face
I've still got your face
Painted on my heart
Painted on my heart
Painted on my heart"
(obrigada Susy!)
Disseste-me:
"Que o teu sorriso não seja o prolongamento do sorriso dos outros"
Ainda em silêncio:
"Vencer um medo
é desactivar uma bomba interior,
gérmen de violência contida.
é libertar uma tensão
que origina força compulsiva.
Transmutar energia Yang potencial,
em tranquilidade,
em receptividade, que é expressão do Yin.
Vencer um medo,
é Inverter Polaridades.
Ser Receptivo."
.............
"Poder receber os outros
até ao Fundo de Si-Próprio.
Ser Lua.
Sem que isso prenda e roube liberdade.
É já
Transparência Cósmica".
(Maria Flávia de Monsaraz, in Recados de um Mestre Interno)
Alquimia
No silêncio da casa, no silêncio da noite, calar o excesso, descolar películas superficias que me distraem de mim.
Com-Centração.
E um ponto Com-Cêntrico.
Ouvir o Mestre Interno.
"A LUA simboliza o que existe na TERRA de não-Solarizado, de não-Inteligente. É a Noite-do-Espírito quando ainda mergulhado nas Trevas Originais. por isso a LUA se identifica com o PASSADO, o passivo do Homem.
Por ser Satélite da TERRA, a LUA representa o que ainda não é autónomo. O que gravita-em-torno-de-um Centro por ainda não ter Centro próprio. O que não é emocionalmente LIvre, indo buscar alimento a uma Força alheia. A Fonte Emanadora que o atrai.
(...)
Ir no sentido do SOL é já não ser Satélite de uma Força exterior. Só o PODER-do-SOL como LUZ-da-CONSCIENCIA permite ao Homem libertar-se do peso da LUA.
A conquista do SOL é a passagem de SEntimentos-de-Água retidos no Inconsciente a Emoções-de-FOGO que expandem e activam a Energia acumulada.
Ao Agir, ao Criar, o Homem exprime e dá Forma ao seu Potencial Interior. Toma dele Consciência. É um Processo de Transformação Qualitativa. A Energia sobe de frequência ao passar de Instintiva a Mental. É uma Alquimia Psicológica"