Pela manhã
Apago as memórias
Visto de novo a armadura
Vinda do fundo do baú
Desta vez mais justa
Desta vez mais forte
E nunca mais
Saio na urgência
Oiço as histórias de ninguém
E persisto em caminhar no limite amargo
Da beira do instinto
Vincando no corpo
Nunca mais
Nunca mais assim.
Olá!
Me deliciei nos seus versos e me vi em muitos deles.
Fiquei muito sensibilizado com a cadeira vazia e com a pequenina!
Abraços!
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Adauto