Finalmente, tenho este livro.
E afinal este poema está feito, pelo menos, desde 1997.
E ainda tem este:
"Desliguei a máquina
a vida
quis ser livre
e fui-o
e vou ser
quantas vezes eu quiser
de aqui em diante
desligo a máquina
a vida
e só a volto a ligar
quando me sentir inteira
e de cada vez
antes que me partam de novo
desligo a máquina
a vida
e só a volto a ligar
quando fizer sentido
de novo
a vida"
(Ana Viana)
Publicado por medusa em setembro 9, 2004 04:13 PM