Sento-me na cadeira oblíqua à janela
Fecho as pernas
Deixo as mãos
Brancas longas
Sobre os joelhos
Sentindo a rugosidade da linha
Da saia que bordei
Em longas horas
Nesta mesma cadeira oblíqua à janela
Aberta para o sol branco
E espero
Espessamente espero.