ainda não
mas todas manhas
quando acordo
e me recuso
ao sonho
vejo um rosto
no espelho
e procuro
outro
que ainda não
talvez nunca
mas não este
que todas as manhas
retiro do espelho
e o visto
sem saber
o que fazer dele
talvez nunca
mas talvez ainda
um outro rosto
que não este
com que me condeno
mas talvez nunca
e seja sempre
esse rosto estrangeiro
que visto
todas as manhas
ainda
há que os despir, aos rostos
Afixado por: Alexandre Monteiro em junho 15, 2004 04:29 PMMonita, foste tu que escreveste?!!!
Tu és linda